Nos sábados, eu gosto de acordar - sem ser acordado - razoavelmente cedo, algo como 11 hrs, depois de uma sexta agradável, com cerveja e amigos. Isso depois de ter bebido o suficiente para incentivar conversas boas, sem muito moralismo.
O suficiente também para me fazer acordar sem ressaca, mas com aquela sensação que temos depois de uma noite inteira processando o álcool usado para afogar conversas chatas.
A metabolização da mágica substância depende da quebra do nosso glicogênio hepático (nossa principal reserva energética). Essa diminuição de "estoque energético" nos leva a uma situação quase primitiva. Um tempo em que comida – portanto energia – era recurso limitado.
Essa condição primitiva de depleção glicogênica me coloca num estado de fome muito específico, prazerosamente extinto depois do almoço que faço ao acordar cedo.
Acho que há 30 mil anos atrás Homo sapiens tinha mais prazer ao comer do que hoje.
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